Conduzi quilómetros e quilómetros, a parei mesmo á tua porta. Quase sem querer.
Tive-te tantas vezes, mas mesmo assim quero mais. Sempre lá estive para ti quase sem retorno, mas mesmo assim...
Não me importo de passar todos os dias naquela esquina, debaixo de chuva ou sol, a olhar para tua casa, á procura daquela com o sorriso quebrado.
Pergunto se não queres ficar um pouco.
Atira pedras á janela do meu quarto, bate á minha porta. Porque foges? Quero fazer-te sentir bonita. (O que já és).
Inseguranças?
Nem tudo são arco-íris e borboletas, mas a porta está sempre aberta. Podes vir sempre que quiseres.
Sei onde te escondes, sozinha no carro, sei as coisas que fazem de ti quem és.
Sei que aquele adeus nada significa. Voltas e pedes para te apanhar cada vez que cais.
É o compromisso o que nos move.
1 comentários:
Por vezes somos movidos a fazer algo que nem nós próprios conseguimos saber o porquê... Temos de viver cada dia como se fosse único!
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